Bastam as pequenas coisas do mundo. Água limpa, ar puro, comida fresca.
Talvez um livro do García Márquez e um violão para passar o tempo.
Basta a tristeza longe. A felicidade interior. Nenhum segredo para contar.
Basta a vaidade fora. A roupa do corpo. O brilho dos olhos.
A ambição do próximo minuto. A espera do próximo abraço. A certeza de estar junto.
Basta um teto de estrelas. Paredes de horizontes. Chão de areia branca.
Banho de mar, de sol, de chuva.
Basta a recíproca verdadeira.
O amor só precisa de simplicidade para sobreviver.
“O amor só precisa de simplicidade para sobreviver.” Algo tão óbvio, mas tão difícil das pessoas enxergarem, não? Belo texto, irmão.